Padre João Batista: Um homem com coração de criança!

Pe. João Batista, hoje com 43 anos, completou no dia 02 de outubro, 15 anos de vida sacerdotal.
4 de outubro de 2014

Ele nasceu em Dores do Indaiá e mudou-se para Divinópolis com apenas dois anos. Seus pais, Sebastião Gomes Filho e Dona Maria da Conceição Gomes, tiveram apenas dois filhos: João Batista Gomes e Ricardo Gomes. Pe. João Batista, hoje com 43 anos, completou no dia 02 de outubro, 15 anos de vida sacerdotal. O Santuário Nossa Senhora Aparecida, Itaúna, ficou cheio de pessoas que compareceram para abraçar o aniversariante. A missa foi presidida por Dom José Carlos, às 19h30,  e concelebrada por diversos sacerdotes. Durante sua homilia, Dom José refletiu sobre a figura do anjo da guarda, a liturgia contemplava esse tema, e disse que o padre não deixa de ser um anjo bom para o seu povo. Como Pe. João Batista viveu a maior parte de seu ministério sacerdotal (12 anos) na Paróquia Nossa Sra. Aparecida, de fato, ele tem sido muito amado e aceito pelos paroquianos. Caso contrário, não seria possível que sua permanência, na referida paróquia, fosse tão duradoura.
Após a missa, Dom José conversou com nossa reportagem e afirmou que Pe. João Batista tem muito a oferecer para a Igreja. “Pe. João é um padre com coração de criança”, isso faz com que ele seja aceito por todos. Sobre a possibilidade de transferência de Pe. João, ele disse que, em primeiro lugar, deseja que o padre seja um homem feliz. Falou da possibilidade de Pe. João ajudar com seus conhecimentos bíblicos em Manaus, onde a Igreja precisa de padres qualificados, em diversos assuntos, para atuarem no seminário diocesano.

 

Para Alessandra Guimarães, Coordenadora dos Ministros da Eucaristia, Pe. João Batista é uma pessoa muito especial e tem sempre uma palavra certa para as diversas situações. Disse que reza para ele todos os dias e torce sempre para que ele continue sendo essa pessoa de Deus e do povo.

 

Pe. João Batista, feliz com a homenagem, confessa, mais feliz ainda, ao saber que a figura do sacerdote ainda exerce um encanto no mundo de hoje. A voz do padre ainda é ouvida, apesar de tantas outras vozes que puxam o povo, nem sempre para o caminho de Deus. Sobre si mesmo, afirma que não consegue esconder sua euforia com a vitória do Cruzeiro, mas se entristece com a dor de seus paroquianos. A opção sacerdotal que ele fez, livremente, garante para ele uma felicidade muito grande. Disse que gosta muito das crianças e, por isso, sente que elas se identificam com ele também. Dá graças a Deus por preservar esse lado simples e não quer esconder sua autenticidade. Para o futuro, sonha que as pessoas conheçam e amem mais a Sagrada Escritura. É nesse sentido que pretende aprofundar. Sua proposta de trabalho para os próximos anos vai nessa direção, embora esteja sempre aberto às necessidades da Igreja e às solicitações do Bispo Dom José a quem ama muito. No dia em que soube da nomeação de Dom José, acha que ficou mais feliz do que ele com essa notícia…

 

 

Por: Pe. Gabriel